terça-feira, 29 de setembro de 2020

JUSTIFICATIVAS (E + PROMESSAS)

Então, pessoal, eu não sumi de propósito, pelo contrário: tenho muita coisa pra contar aqui. Acontece que a tal disciplina “escrita criativa” não me forçou a escrever um textinho por semana, como eu falei que forçaria, e eu já havia me programado para isso. Resumindo: o blog seria atualizado de acordo com o andamento dela, e tudo desandou por causa disso. Peço desculpas por não ter aparecido aqui por um mês e dez dias, mas pra quem estava acostumado a desaparecer por mais de um ano, é um progresso, não acham?

Vamos por partes, vou enumerar aqui os textos que publicarei em seguida, para compensar esse atraso. Primeiro, vou relembrar uma “treta” que acabei me envolvendo no ano de 2017, por conta de um festival, na época em que eu me metia com essas drogas. Depois, vou colocar um textinho da “escrita criativa”, criado após tema designado. Mais tarde, uma reflexão sobre como a cidade de Osório destrói deliberadamente o seu patrimônio histórico e cultural e por último, um detalhamento sobre como foram as minhas semanas do último dia oito até dia vinte (acho que vai render mais de uma postagem).

Ah! Outra novidade: pretendo atualizar o meu clássico “Artemizade”, pois agora, mais velho e experiente (haha!), com uma percepção atualizada de quem são meus amigos e o que os torna especiais, acho que posso fazer uma boa reflexão. Além disso, com os finalmentes da graduação, vou fazer alguns trabalhos interessantes sobre História, e se for do interesse, posso publicar. O certo é que todos que forem de História pública eu vou colocar aqui, pois estamos precisando de divulgação científica nos dias atuais.

É isso. Caso alguém me leia, agradeço pela paciência de fazer isso, e principalmente por ter esperado nesse breve hiato. Aguarde minhas palavras!

Vrindecrivo!

(Imagem: minha visão no momento. Eu gosto desse tipo de coisa, mesmo não tendo sentido nenhum. FOTO - ARQUIVO PESSOAL)

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

NUNCA MAIS RECLAMO!

Eu estava cansada de andar pelo reino entregando alaúdes da oficina do meu pai, um dos maiores artesãos da cidade. São instrumentos de boa qualidade e nós ganhamos um bom dinheiro, portanto, ele poderia pagar algum outro empregado para fazer as entregas. Qual foi minha surpresa quando vi que a última entrega seria para um velho amigo, que conhecia desde criança? Estava exausta, e contei a ele sobre meu dia e minhas indignações. Ele, compadecido, me serviu uma taça de vinho, que tomei com muita vontade! Que aroma maravilhoso! Depois ele tocou algumas músicas no seu alaúde novo, que eu acabara de entregar. No fim, valeu a pena a minha tarefa, o final do dia foi perfeito.

Imagem inspiradora: A taça de vinho, de Johannes Vermeer.
Vrindecrivo!

( Acesso em: https://blog.famigliavalduga.com.br/quadros-famosos-com-vinhos-representados-em-sua-composicao/ )

terça-feira, 11 de agosto de 2020

BOAS NOVAS!


Tenho uma boa notícia para quem me acompanha por aqui (se é que tem alguém que faça isso): a partir de amanhã, faço novamente a disciplina eletiva Escrita Criativa, como complemento da minha graduação em história. O que isso significa? Que terei muitas histórias novas e diferentes, a partir das mais diversas propostas para publicar aqui! Tenho saudades de criar personagens e situações, e da outra vez que fiz a disciplina, ninguém leu nada que escrevi (vergonha, talvez). Mas agora eu prometo compartilhar com vocês tudo o que escrever, e também as observações do professor e as mudanças que porventura venha a fazer nos textos. Enfim: uma nova fonte incrível de conteúdo para o MusiLiteratura surgiu!
Vrindecrivo!
(IMAGEM: Eu, neste momento, dando a notícia pra vocês! Arquivo Pessoal)

domingo, 9 de agosto de 2020

REFLEXÃO CLICHÊ


Não vou fazer uma reflexão sobre como a arte nos salva e que sem ela toda essa situação que estamos vivendo em 2020 seria impossível de ser superada, pois já faço o papel de advogado da arte há muito tempo e não é a isso que me proponho agora.
Participei agora a noite de um sarau cultural virtual. Foi muito legal, como quase todo e qualquer sarau, porém o que eu percebi e que achei muito interessante foi o ineditismo de ter tanta gente de lugares tão distantes, que dificilmente se reuniriam um dia na vida para tocar músicas e recitar poesias. Proponho que essa prática adotada por conta da pandemia se estenda para sempre, pois, precisamos tirar de tudo isso coisas positivas.
Quando pudermos nos reencontrar, que voltemos aos saraus, aos shows, aos teatros, galerias e exposições; mas que mantenhamos o costume de reunirmos virtualmente para conhecer a arte de pessoas que não estão próximas de nós fisicamente.
O Projeto Dandô já vem há muitos anos fazendo essa ponte entre músicos de todas as partes do mundo, mas nós, infelizmente, precisamos ficar impedidos de sair de casa para passarmos a utilizar a internet como ferramenta principal dessa interação!
Nunca substituiremos os encontros presenciais, o calor do momento, a interpretação corporal, mas se tem uma coisa que a internet nos dá e com muita qualidade (e precisamos de 30 anos pra entender) é a possibilidade de termos arte e conexões pessoais no conforto da nossa casa.
Vrindecrivo! (Este foi o texto mais clichê que eu já escrevi na vida)

(IMAGEM - Encontro virtual que participei agora há pouco. Print: Arquivo Pessoal)

O ESPETÁCULO DO LANÇAMENTO DO CORDAS E RIMAS, DEZ ANOS DEPOIS.

  Quis o destino que exatos dez anos depois desse dia, eu estivesse em frente ao computador escrevendo sobre ele. E mais: relembrando cada d...