sábado, 26 de dezembro de 2015

CATTULO DE CAMARGO E CAMPOS



Sou músico, produtor cultural, professor de violão, guitarra e linguagem e estrutura musical, além de diretor da Rima-Aperfeiçoamento. Estudo história e música, não necessariamente nessa ordem, e isso é assunto para outra hora. Tenho uma banda (Cordas&Rimas) que lançou o primeiro CD há pouco tempo. Tenho medo de anel, atender telefone, ônibus e tartarugas. Estudei jornalismo por algum tempo, por isso também tenho medo de parágrafos muito grandes e de textos sérios com doses de humor duvidoso.
Sou formador de opinião, pois tenho um perfil ativo no “Facebook”, e modero as páginas do Cordas&Rimas em diversas redes sociais. Moro no centro histórico de Porto Alegre, uso algumas drogas lícitas, sou destro para tocar violão e canhoto para escrever, mas não costumo expressar minhas opiniões políticas.
Gremista de carteirinha, alma e coração, sofro muito há muito tempo com futebol, e isso com certeza também é assunto para outra hora. Sou fã do Chico Buarque e do Lobão, - das músicas deles, já disse que não costumo expressar minhas opiniões políticas - e também gosto do Batman, de séries sérias, filmes reflexivos, do Porta dos fundos e de livros instigantes. Sou calculista, sagaz e portador de sabedoria e cultura inúteis. Não aceito a Coca ser vermelha e a Pepsi azul, deveria ser o contrário, e também não entendo como tem gente que consegue não gostar da capital gaúcha, a pequena grande cidade mais linda do universo.
O maior e melhor show que já assisti foi de Sir. Paul McCartney, no Gigante, e o maior show que fiz foi para cerca de dez mil pessoas, no Gigantinho. Louco, isso! No mesmo Gigante, assistirei os Rolling Stones em março próximo, e fui num jogo de Copa do Mundo. Ainda sobre multidões, já assisti Black Sabbath e Slash, e também consegui sobreviver a uma noite do Planeta Atlântida, porém nunca mais colocarei os pés lá.
Sou líder nato, felizmente, e sei desempenhar muito bem minhas funções dentro da minha banda e escola, embora já tenham dito que a mim “falta voz de comando” e que “não sei resolver meus problemas sozinho”. Bobagem! Meus resultados provam o contrário, por isso não dou importância.
Acho que transparência e ética devem estar sempre em primeiro lugar. Sou contra mentiras e situações inventadas para atrapalhar o trabalho dos outros, e estou sempre influenciando os meus alunos para que sigam essa forma de pensar e agir. Não uso metáforas nem meias palavras, indiretas jamais - ao contrário de certas pessoas - e gosto sempre de estimular a busca por esclarecimento, em tudo. No mais, respeito também é bom e mantém os dentes intactos.
Creio que esteja na hora de finalizar, mas também tenho medo de conclusões coerentes e textos com muitos parágrafos. Tenho muita história para contar e odeio rúcula.











(Arquivo pessoal)

domingo, 1 de novembro de 2015

A ARTE DA ESCRITA

(Texto escrito em junho de 2009, para a disciplina de Introdução ao Jornalismo, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos.)


Não acredito em falta de criatividade. Toda mente humana é um poço de ideias e histórias incríveis e maravilhosas. Cada momento do nosso dia a dia poderia render um livro, se tivéssemos a capacidade de colocar no papel tudo o que passa na nossa imaginação na mesma velocidade, pois o ser humano tem em média seis mil pensamentos por hora.
Se tivéssemos essa capacidade, não existiriam escritores, nem roteiristas de filmes, nem jornalistas, nem poetas, nem letristas de música, nem contadores de histórias. Todo mundo teria suas próprias histórias, crônicas, letras, poesias, romances, novelas, aventuras e suas próprias invenções para buscar diversão, lazer e até soluções de problemas.
Acontece que não conseguimos processar toda a informação a que temos contato, e nem aproveitar as inúmeras situações que nossa mente cria, e que por isso mesmo, acaba apagando pouco tempo depois. Ninguém tem essa capacidade, mas há quem consiga chegar perto disso: aqueles que têm o dom da escrita.
Se uma pessoa tem facilidade de escrever, ou seja, transformar em palavras pelo menos parte do que pensa, acaba se destacando em qualquer grupo, pois facilita muito a comunicação dentro dele.
Às vezes é espantoso ler cronistas, colunistas e até mesmo alguns “blogueiros”, porque eles têm a capacidade de narrar ou dissertar sobre qualquer assunto. Também é surpreendente a qualidade dos textos de crianças e pré-adolescentes, que expõe as suas opiniões de forma majestosa.
Escrever é uma arte, que é desenvolvida assim que a criança é alfabetizada. Mas, nem todos têm vontade ou incentivo o suficiente para realizar esta tarefa. Essa falta de vontade ou de incentivo é que os inibe e cala. Pois…
Cada momento do nosso dia a dia poderia render um livro. Toda mente humana é um poço de ideias e histórias incríveis e maravilhosas. Não acredito em falta de criatividade.









(Acesso em http://thumbs.dreamstime.com/thumb_355/1232133076JWRiX9.jpg)

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

MESTRE

Quem sou eu? - Ah! Que alergia - não, não, não - alegoria, não, digo, alegria! Te ver aqui! Me chamo Mestre, sou um anão que mora numa floresta com seis companheiros: Soneca, Dengoso, Atchim, Feliz, Zangado e o Dunga, que é técnico da dinheirão - não - ganha pão! Não, não: micão! Ah! Quero dizer, seleção!

Onde eu moro? Numa floresta encantada! Sou vizinho de um ogro bonzinho, que tem como amigo um elefante voador que fala sem parar e sonha em ser um menino de verdade – vai entender! Tem também uma cobra cor-de-rosa, muito dengosa, que queria ter braços e pernas, e pertence a uma boneca de pano animada, muito travessa que odeia tomar banho e troca o erre pelo ele!

O que me faria feliz? Bem, acho que John Lennon deveria escrever mais livros, que a J. K. Rowling deveria ganhar mais títulos e que o Grêmio deveria estar vivo! Opa! Acho que me confundi! Não, não! Ah! Esquece.

Minha opinião sobre os políticos brasileiros? Ah, deveriam ser honestos! Mas isso é espremer - não - contorcer! Digo, enlouquecer! Infelizmente. Por fora - não - por hora, não, não, não, por agora: a tua piscina tá cheia de ratos, já dizia Cafuza, digo, Cazuza!

Um recado? Viva a sociedade alternativa, Renato Seixas, pois é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, Raul Russo. As nossas ideias não correspondem aos fatos. Mesmo! 

Qual o meu objetivo? Me cobri, digo, me pari! Não, não, me perdi! Está ficando muito difícil e eu já não estou falando nada com nada! Meu real objetivo era mostrar pra vocês que nada tem sentido se a gente não parar pra usar a cabeça! Se a gente não parar com a alienação da televisão, opa! Digo, distração do cabeção, a gente não entende nada mesmo! Abrir a mente é necessário! E é bom, eu garanto!

Um recado final? A humanidade evoluiu tanto, não? Foram muitos anos de evolução. Os problemas começaram há muito tempo com os primeiros hominídeos, que eram evolucionistas, até que nasceu Adão, criacionista convicto. Depois dele veio Eva, Caim e Abel, e depois... Bem, deixa pra lá! Aí os egípcios, os gregos, as bruxas, os monarcas, a Dercy Gonçalves, Paul McCartney e Jesus, bem como você, eu, Hitler e Edir Macedo. Então! Estamos no século XXI. Qual é a da juventude? Vamos penar e chorar mais - não, não - rezar e comprar mais! Ah! Não, não, não! Digo, PENSAR e AMAR mais, muito mais! É o que estamos precisando.